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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


"A messe é grande, mas poucos são os operários" Lc 10, 2a


O ano de 2012 se inicia e com ele assumimos o grande desafio de semear a Palavra de Deus a toda a criatura. Com isso, a pastoral da catequese tem o prazer de convidá-lo a fazer parte desta equipe.

Curso para Formação de Catequistas
Início: Dia 12 de Fevereiro com a Santa Missa das 09h30min na Comunidade São José Operário
Do dia 13 ao dia 17 de Fevereiro encontros às 19h30min no Salão Comunitário São José Operário. 
Av: Cabanadas 250. Bairro: Marta Helena.
Contamos com a sua presença e colaboração.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Formação para Monitores








Vídeos da formação para monitores do dia 18/01 com o tema Liderança e Proatividade com o palestrante Gláuber.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Formação para Monitores






Vídeos da formação para monitores do dia 17/01 com o tema O Espírito Santo e a Sua ação na Igreja com o palestrante William.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Formação para Monitores

Ontem (22/01) a Formação para Monitores da Pastoral da Crisma foi encerrada com a Santa Missa na Igreja Matriz. Agora os trabalhos para a crisma 2012 continuam em cada comunidade preparando para receber os crismandos que chegaram em março.
Formação para Monitores


Vídeos da formação para monitores do dia 16/01 com o tema A pedagogia de Jesus com o palestrante Wendel.



sábado, 21 de janeiro de 2012

Formação para Monitores




Vídeos da formação para monitores do dia 12/01 com o tema Céu, Inferno e Purgatório com a palestrante Ana Lilian.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Formação para Monitores




Vídeos da formação para monitores dos dias 10 e 11 /01 com o tema Bíblia: A Palavra que produz vida com o palestrante Wendel.

A salvação se decide na prática
Escutar responsavelmente o Evangelho é vivê-lo



No livro de Isaías, do Antigo Testamento, se anuncia a reunião de todas as nações, línguas e raças num só povo eleito.
No Novo Testamento, Jesus diz a Seus conterrâneos que virão estrangeiros do Norte e do Sul, do Oriente e Ocidente, para sentar à mesa do Reino de Deus. Esta universalidade da salvação de Deus nos deixa ainda sem saber nada sobre o número dos que se salvarão.

Basta-nos saber que Deus chama a todos, que a porta que conduz ao Reino é estreita e pode fechar a qualquer momento. O único que importa é a conversão ao Evangelho. Tudo o mais é simples curiosidade que nos distrai perigosamente.

O Evangelho é salvação para os que o escutam responsavelmente, sejam eles ou não descendentes de Abraão ou católicos desde seu nascimento. Escutar responsavelmente o Evangelho é vivê-lo e praticá-lo na vida diária. E isso não é nada fácil. Por isso Jesus diz que a porta é estreita e que apenas os que se esforçam entrarão por ela no Reino de Deus. Não basta escutar sermões ou ir à Santa Missa todos os domingos. Não são as práticas piedosas que nos salvarão.

Tudo isso tem seu valor, mas só quando nos ajuda e anima a viver nossa fé na vida diária: em nossa vida pessoal e familiar, nossa vida social e profissional, nossa vida política...

No último dia, o Senhor reconhecerá apenas aqueles que agora e aqui O reconhecem nos homens. Reconhecer Jesus nos homens é reconhecer a dignidade de cada ser humano, respeitar seus direitos, ter em conta suas necessidades e, principalmente, solidarizar-se com os pobres, os marginalizados, os oprimidos. Qualquer coisa que façamos a um desses, ao próprio Senhor o estamos fazendo.

“Há últimos que serão primeiros e primeiros que serão últimos”. Chegará o grande Dia do Juízo e, então, a surpresa virá implacavelmente sobre muitos que acreditavam ser os verdadeiros cristãos. E esses, que pensavam ser os primeiros, dirão:
“Senhor, abra-nos”. E o Senhor lhes responderá:
“Não sei quem sois”. E eles começarão a dizer:
“Havemos comido teu pão e bebido teu sangue,
teu Evangelho há sido predicado em nossas igrejas.”

Mas a lembrança de todas essas práticas religiosas não servirá de nada - se não for acompanhada da prova verdadeiramente decisiva no juízo: o amor aos demais, principalmente aos necessitados. Chegará o grande Dia do Juízo e, então, virá felizmente a surpresa para muitos homens do Oriente e Ocidente, do Norte e do Sul. São os que praticaram no mundo a mensagem cristã do amor. Por isso, o Senhor lhes abrirá a porta, os sentará à Sua mesa e lhes dirá: “Venham, benditos de meu Pai, herdem o Reino. Porque tive fome, e me deram de comer; tive sede, e me deram de beber; fui peregrino, e me acolheram...”

Os primeiros para Deus são com frequência os últimos para os homens, porque Deus não julga segundo as aparências, mas pelo que vê no coração.

Há um cristianismo oficial que é bom quando expressa autenticamente em palavras e obras as atitudes da fé, da esperança e do amor - mas que é vã hipocrisia quando não é assim. Por outro lado, há outro Cristianismo sem nome, anônimo, que não se expressa em ritos e palavras, mas que realiza na vida a mensagem de Cristo.

A verdade cristã é eminentemente prática. Consiste na conversão do homem para uma ordem nova, na qual habita a justiça, a paz, a fraternidade e o amor. Os homens que trabalham por esses valores se salvarão e ocuparão os primeiros lugares. Queridos irmãos, esforcemo-nos para que Deus nos encontre também entre eles e nos deixe entrar em Seu Reino celestial.

Padre Nicolás Schwizer
Movimento apostólico Shoenstatt

Ele veio para chamar os pecadores
O relativismo do nosso tempo pretende nivelar tudo, sem discernimento


Jesus viajou pouco. Uma boa parte de sua missão se desenvolveu às margens do Mar da Galileia, também chamado Lago de Genesaré. Algumas vezes foi a Jerusalém, teve contato com populações do outro lado do Lago, fez uma incursão em Tiro e Sidônia, um giro pela chamada Decápole e basta. No entanto, é a qualidade de seu relacionamento com as pessoas e situações que faz a diferença. Seus doze apóstolos e com eles os cerca de setenta e dois discípulos, mais algumas mulheres que caminhavam com ele, foram o grupo escolhido, tirado do meio da multidão, para espalhar o anúncio do Reino de Deus.

Os apóstolos eram gente simples. Cheios de qualidades e defeitos, muito parecidos conosco. Alguns pescadores, André, Simão Pedro, Tiago e João, chamados à beira do Lago, um Simão que fazia parte do grupo radical dos zelotas, gente ingênua como Filipe ou desconfiada como Bartolomeu. De Judas Tadeu dizem ter sido funcionário público, de Judas que foi o traidor. Tomé, que nos ajudou tanto com sua profissão de fé – “Meu Senhor e meu Deus!” – é conhecido como o homem de dúvida! 
Em Mateus, cuja história é narrada no Evangelho com alguns detalhes (Mc 2,13-17), vem em relevo a fama de pecador e a profissão de publicano. É que as duas categorias andavam juntas, pois os publicanos com frequência tratavam com os não judeus e abusavam do cargo de coletores de impostos em nome dos romanos, pelo que eram odiados e classificados entre os pecadores. O chamado de Jesus supera preconceitos e convenções. A lista dos primeiros já mostra porque todos nós encontramos lugar!

O Senhor não pretende formar uma casta ilibada de homens e mulheres perfeitos. Ele chama decididamente a todos. Há lugar para os pecadores, quanto se reconhecem como tais. Não consegue entrar no Reino quem se incha de orgulho e olha do alto a plebe ignara! Outro publicano, aquele da oração ao lado do fariseu (Lc 18,9-14), na parábola contada por Jesus, encontrou a justificação justamente porque “quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado”. Parece até que Jesus prefere os mais fracos! Basta ver a multidão de estropiados, cegos, surdos-mudos, paralíticos, marginalizados de toda espécie, que dele se aproximam. Contudo, a preferência de Jesus não é pelo pecado, quanto pelo pecador. Deus abomina o pecado, mas ama com amor infinito o pecador. Contar vantagem dos próprios pecados ou crimes não é ser pecador. Há muitos outros adjetivos a serem atribuídos a tal situação. 

O relativismo reinante em nosso tempo pretende nivelar tudo, sem discernimento. Qualquer palavra do Papa e dos Bispos em matéria moral é entendida como intromissão indevida num mundo em que vale tudo e em que se perdeu o sentido do pecado. Vale o exemplo das reações contra afirmações de Bento XVI na semana passada em audiência aos Diplomatas acreditados no Vaticano, quando disse que “a educação tem necessidade de lugares. Dentre estes, conta-se em primeiro lugar a família, fundada sobre o matrimônio entre um homem e uma mulher; não se trata duma simples convenção social, mas antes da célula fundamental de toda a sociedade. Por conseguinte, as políticas que atentam contra a família ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade”. 

Para sermos “incluídos” na categoria de pecadores como se entende na Bíblia e na Igreja, alguns passos sejam dados, começando pelo reconhecimento das próprias limitações e fraquezas. Depois, a coragem de dizer que carecemos da misericórdia. Ora, para reconhecer-se pecador é necessário tomar consciência do que é o pecado, ou seja, saber que existe pecado.
O pecado é uma falta contra a razão, a verdade, a reta consciência. É uma falha contra o verdadeiro amor para com Deus e para com o próximo, por causa de um apego perverso a certos bens. Fere a natureza do homem e atenta contra a solidariedade humana. O pecado é uma ofensa a Deus, é contrário ao amor que Deus nos tem e afasta dele os nossos corações. É uma desobediência, uma revolta contra Deus, pela vontade de os homens se tornarem como deuses, pretendendo conhecer e determinar por si próprios o que é bem e o que é mal (Gn 3, 5), ignorando a lei inscrita por Deus na consciência. Ele é o amor de si próprio levado até ao desprezo de Deus. Por esta exaltação orgulhosa de si mesmo, o pecado é diametralmente oposto à obediência de Jesus, que realizou a salvação (cf. Catecismo da Igreja Católica, números 1849-1851).

O pecado manifesta a sua violência e a sua multiplicidade: incredulidade, ódio assassino, rejeição e escárnio por parte dos chefes e do povo, covardia de Pilatos e crueldade dos soldados, traição de Judas tão dura para Jesus, negação de Pedro e abandono dos discípulos. No entanto, o sacrifício de Cristo torna-se a fonte de onde brotará, como fonte inesgotável, o perdão dos nossos pecados.
Reconhecer o pecado à luz da misericórdia de Deus gera então o passo dado por Mateus, o dever de deixar a vida passada e andar na companhia de Jesus, pois o processo de conversão é longo e exigente. Nele será necessária a ajuda mútua entre irmãos e irmãs de fé, para que todos tenham a força para perseverar até o fim. Mas a alegria do perdão resplandece desde o primeiro momento. É a festa do encontro com Deus!
Para viver assim, peçamos com a Igreja: Ó Deus, atendei como pai às preces do vosso povo; dai-nos a compreensão de nossos deveres e a força de cumpri-los!

Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém - PA

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Formação para Monitores



Vídeos da formação para monitores do dia 09/01 com o tema Serviço: O chamado de Deus e a resposta do homem com o palestrante Leonardo.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Formação para Monitores


Já tivemos um semana de formação para monitores da pastoral da crisma, na primeira semana foram abordados temas como Serviço: O chamada do Deus e a resposta do homem (Leonardo), Bíblia: A Palavra de Deus que produz vida (Wendel), Céu, inferno e purgatório (Ana Lílian) e Sociedade no tempo de Jesus (Rones).

Hoje iniciamos a segunda e última semana de formação.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Formação para Monitores


E ontem (10/01/2012) a formação para monitores da Pastoral teve seu segundo dia. Na segunda reunião o tema abordado pelo nosso irmão Wendel foi "Bíblia: A Palavra de Deus que produz vida". 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Formação para Monitores.

Ontem tivemos o primeiro dia de formação para monitores da pastoral da crisma. Contamos também com a presença de pessoas que não farão parte da pastoral, porém estão ligadas a evangelização através de grupo de jovens e catequese infantil. O palestrante foi o Leonardo abordando o tema “Serviço: O chamada de Deus, a resposta do homem.”





sábado, 31 de dezembro de 2011

A importância do Sinal da Cruz
As celebrações, as orações dos cristãos normalmente se iniciam com o sinal da Cruz. São inesquecíveis, para tantos, as primeiras perguntas dos antigos catecismos:

És cristão?
- Sim, sou cristão pela graça de Deus.

Qual o sinal do cristão?
- O sinal do cristão é o sinal da cruz.

Vai aqui para deleite, instrução, enriquecimento espiritual um belo texto de consagrado autor e profundo conhecedor da Divina Liturgia: Romano Guardini.

O SINAL DA CRUZ

Quando fizeres o sinal da Cruz, faze-o bem feito. Não tão depressa e contraído que ninguém o saiba interpretar. Uma verdadeira cruz, pausada, ampla, da fronte ao peito, do ombro esquerdo ao direito. Não sentes como te abraça por inteiro? Procura recolher-te; concentra nela teus pensamentos e teu coração enquanto a vais traçando da fronte ao peito e aos ombros e verás que te envolve o corpo e a alma, se apossa de ti, te consagra e santifica.

E por quê? Porque é sinal de totalidade e sinal de redenção. Na cruz o Senhor redimiu a todos e pela cruz santifica o ser humano até sua última fibra. Por isso a fazemos ao começar a oração, para que ordene e componha nosso interior, encaminhando a Deus pensamentos, afetos, desejos e, ao terminá-la, para que ele nos fortaleça; nos perigos, para que nos defenda; na bênção, para que, penetrando a plenitude de vida divina em nossa alma, fecunde quanto nela exista.

Considera estas coisas sempre que faças o sinal da Cruz. Sinal mais sagrado não existe. Faze-o bem: pausado, amplo, com esmero. Então ele abraçará plenamente teu ser, corpo e alma, pensamento e vontade, sentido e sentimento, atos e ocupações; e tudo ficará nele fortalecido, assinalado e consagrado no poder de Cristo e em nome do Deus uno e trino.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Curso de Formação para monitores de Crisma - 2012
Paróquia Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa

Estão abertas as inscrições para o curso de formação de monitores de crisma, para o ano de 2012.


Período de inscrições: até o dia 08 de janeiro.


Duração da Formação: de 09 a 20 de janeiro. 


Local: Igreja de São José Operário - Avenida Cabanadas, 250 - Bairro Marta Helena


Horário: de 19h30min às 21h.


Taxa de inscrição: R$ 5,00.


As inscrições deverão ser feitas com a coordenação paroquial (Claudinho, Liliane ou William) ou com os representantes das comunidades:Priscila (Matriz), Carolline (São José), Victor (Menino Jesus) e Natália (Santa Rita).


"Se fores o que devereis ser, levareis o fogo ao mundo inteiro "
(Santa Catarina de Sena)